ARACRUZ
Aracruz cidade que cresce,
Pólo industrial da Multinacional de Celulose.
Fim de tarde de um sábado qualquer,
Fim de março, que águas rolaram.
Brisa oh! Brisa que embala as folhas dos arvoredos.
Brisa oh! Brisa que desalinha os meus cabelos.
Brisa oh! Brisa que refresca a minha pele exaurida,
Do sabor do dia que se finda.
Os transeuntes, e os veículos passam parecendo que,
Tem caminho certo de volta ao lar,
Ao seio de uma amada qualquer.
Nesse momento tenho o coração gélido,
A pele intumescida e sem brilho.
Preciso muito do calor da paixão do amor,
Que se apagou entre nós.
Que pena, impossível, é irreversível,
Não tem como recuperar um amor perdido.
A noite cai lentamente, e a cada minuto que passa,
Meu coração se aflige em pensar onde, e com quem estás.
Eu só, com você, a solidão e a tristeza rompendo minha alma.
Eu ficando apática perante todos que me cercam,
Mergulhada num mundo só meu e seu, dentro de mim.
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