quinta-feira, 18 de março de 2010

SAMARINA


Seu nome ninguém sabia!
Seu rosto já era familiar.
Todo o dia ali passava;
Subia, e ia, descia. Vinha.
Parecia que nada fazias.
O que estás a buscar?
Um teto ou um lar?
Em casa, um dia você me encontrou.
Pelo portão entreaberto penetrou.
E ali ficou:
Comeu, olhou-me.
Como que agradecendo, o rabo abanou, deitou e descansou.
Um lar encontrou.
Daquele dia em diante um nome entoou
SAMARINA se chamou...

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